Juniores CD 1.º de Maio liderança Grupo B
Quatro jornadas, dez pontos e confiança reforçada
Os Juniores Sub-19 do CD 1.º de Maio continuam invictos na segunda fase do Campeonato da Divisão de Honra Regional de Juniores – Futebol de 11. Depois da vitória por 1-0 no terreno da AD Camacha, a equipa empatou 3-3 com o CD Ribeira Brava, neste sábado, 7 de Novembro, no Estádio Municipal da Ribeira Brava. Com três vitórias e um empate, os azuis e brancos somam dez pontos e mantêm a liderança isolada do Grupo “B” — Manutenção/Descida.
O percurso reforça a confiança do grupo, mas a permanência continua a exigir trabalho, concentração e regularidade nas jornadas seguintes.
Ribeira Brava recebe um encontro com seis golos

A partida da quarta jornada começou às 16h00 e terminou com uma igualdade a três golos. O CD 1.º de Maio acrescentou um ponto à sua campanha e preservou a invencibilidade nesta fase. Num encontro em que ambas as equipas marcaram por três vezes, o resultado deixou novos elementos para análise da equipa técnica, tanto na construção ofensiva como na protecção da baliza.
A deslocação à Ribeira Brava integrava uma sequência importante para uma equipa que procurava dar continuidade ao excelente arranque e consolidar a sua posição na luta pela manutenção.
Um empate que mantém a equipa na frente
O empate não permite prolongar a série de vitórias, mas mantém o CD 1.º de Maio no comando da classificação. A equipa chega aos dez pontos, com três de vantagem sobre o Juventude AC, segundo classificado. Esta diferença constitui uma margem positiva, embora insuficiente para qualquer tranquilidade antecipada.
O campeonato continua aberto e cada jornada pode alterar as distâncias entre os clubes. Para os nossos Juniores, importa valorizar o ponto conquistado fora de casa, identificar os aspectos a corrigir e preparar a próxima partida com a mesma seriedade que marcou o início desta etapa competitiva.

Três vitórias construíram o arranque da campanha
Antes da visita à Ribeira Brava, o CD 1.º de Maio tinha conquistado nove pontos em três jogos. A vitória por 5-1 frente ao Juventude AC, na jornada inaugural, marcou o início de uma resposta firme ao desafio da manutenção. Seguiram-se mais dois triunfos, o último dos quais na Camacha, que permitiram à equipa apresentar um registo de catorze golos marcados e apenas um sofrido nas primeiras três jornadas.
Estes números traduzem um arranque muito positivo, com capacidade ofensiva e consistência defensiva, e constituem a base da liderança que o grupo conserva após a quarta ronda.
Dezassete golos marcados em quatro encontros
Com os três golos apontados ao CD Ribeira Brava, o CD 1.º de Maio passa a somar dezassete golos marcados nesta segunda fase. No mesmo período, sofreu quatro. O saldo de treze golos positivos ajuda a enquadrar a qualidade da campanha, mas não dispensa uma leitura cuidada de cada encontro. Marcar com regularidade é importante; manter o equilíbrio quando a equipa ataca é igualmente decisivo.
A equipa técnica terá agora oportunidade de trabalhar essa ligação, com o objectivo de preservar a iniciativa ofensiva sem comprometer a segurança colectiva nas próximas jornadas do Grupo “B”.
Classificação confirma liderança isolada
A classificação disponibilizada após esta jornada coloca o CD 1.º de Maio na primeira posição, com dez pontos. O Juventude AC segue com sete, enquanto o CS Juventude Gaula ocupa o terceiro lugar, com cinco. AD Camacha e CD Ribeira Brava somam quatro pontos cada, e o CE “O Liceu” ainda não pontuou.
A diferença para o próximo adversário, o CS Juventude Gaula, é de cinco pontos (menos um jogo), o que acrescenta interesse ao encontro da quinta jornada. Trata-se de uma vantagem que deve estimular a responsabilidade, nunca diminuir a exigência com que os nossos atletas encaram a competição.
Na Camacha, um triunfo de entrega colectiva

Uma semana antes, a 31 de Outubro, os Juniores tinham vencido a AD Camacha por 1-0, no Campo Sintético da Camacha. O encontro da terceira jornada, disputado às 16h00, ficou decidido pelo golo de Gabriel Rebôlo, aos 31 minutos.
Foi uma vitória particularmente valorizada pela atitude do grupo, pela pressão exercida sobre a saída de bola adversária e pela capacidade de adaptação às dificuldades encontradas. Quando não foi possível desenvolver o futebol pretendido, os atletas responderam com entrega, união e determinação. O triunfo pertenceu ao colectivo e à vontade de conquistar os três pontos.
Gabriel Rebôlo marcou o golo decisivo
O momento que resolveu a partida surgiu aos 31 minutos, com Gabriel Rebôlo a colocar o CD 1.º de Maio em vantagem. Esse golo acabou por ser suficiente para garantir a terceira vitória consecutiva e manter a equipa sem sofrer golos pelo segundo encontro seguido, de acordo com o registo global das três primeiras jornadas. A importância da finalização não retira mérito aos restantes jogadores: preservar uma vantagem mínima exige compromisso em todos os sectores.
Na Camacha, o grupo encontrou uma resposta colectiva para sustentar o resultado e regressar com mais três pontos na caminhada pela manutenção.
Onze inicial apresentado na terceira jornada
Na deslocação à AD Camacha, o CD 1.º de Maio apresentou o seguinte onze inicial: Gustavo Silva, guarda-redes, com o número 1; Alexandre Milho, número 2; Matias Oliveira, número 3; João Mendonça, número 4; Dmitrii Serbin, número 5; Gabriel Rebôlo, número 6; Rui Fernandes, número 7; Alexandre Catanho, número 8; Diogo Ribeiro, número 9; Daniel Andrade, número 10; e Rodrigo Azevedo, número 11.
Estes foram os atletas escolhidos para iniciar o encontro que terminou com vitória azul e branca. A ficha aqui apresentada refere-se exclusivamente ao jogo da terceira jornada, disputado na Camacha.
Suplentes e estrutura presentes na Camacha
No banco de suplentes estiveram João Freitas, número 12; Eduardo Pinto, número 13; Matvei Volochenko, número 14; Artur Freitas, número 15; Francisco Silva, número 16; Artur Correia, número 17; Bruno Freitas, número 18; Paulo Ruel, número 19; e Nestor Gouveia, guarda-redes, número 22.
A equipa foi orientada pelo treinador principal Nelson Gil Coelho Silva, com Ricardo Jorge Rodrigues Gomes como treinador-adjunto. Valter Nuno da Silva Gois desempenhou as funções de primeiro delegado. O contributo de toda a estrutura é importante para assegurar a preparação, o acompanhamento e as condições de participação dos atletas.
Pressão ofensiva como expressão da identidade
O relato do encontro na Camacha destaca uma equipa agressiva na frente de ataque, com intenção de dificultar a saída de bola adversária. Essa agressividade deve entender-se no sentido competitivo: chegar ao lance, condicionar as opções do portador e trabalhar em conjunto para recuperar a posse.
A pressão só ganha consistência quando os jogadores se apoiam e encurtam as distâncias entre sectores. Para o CD 1.º de Maio, este comportamento representa uma forma de assumir o jogo, mas também exige discernimento para reconhecer os momentos em que importa reorganizar, proteger espaços e recuperar o equilíbrio colectivo.
Adaptar sem abandonar a vontade de jogar
A equipa encontrou dificuldades para desenvolver o seu futebol na Camacha e teve de ajustar a resposta às condições da partida. O mérito esteve em procurar jogar enquanto foi possível e, depois, manter a disciplina necessária para competir num encontro mais disputado. Adaptar não significa abdicar dos princípios; significa encontrar soluções adequadas sem perder a identidade. Os nossos Juniores mostraram que a vontade de vencer também se expressa na disponibilidade para defender, disputar uma segunda bola e ajudar um colega. São comportamentos menos visíveis do que um golo, mas importantes na construção de qualquer resultado.
Da primeira fase a uma resposta renovada
O percurso nesta segunda fase ganha significado perante a mudança de objectivos vivida pelo grupo. Depois de não conseguir alcançar o acesso ao grupo dos vencedores, o CD 1.º de Maio teve de concentrar energias na manutenção. As três vitórias iniciais e o empate na Ribeira Brava mostram uma resposta positiva a esse novo desafio.
Não apagam as dificuldades anteriores, mas revelam capacidade para continuar a trabalhar e construir uma campanha diferente. A confiança cresce através de tarefas concretas, do compromisso nos treinos e da percepção de que cada atleta pode contribuir para melhorar o rendimento colectivo.
Competir por um lugar e jogar pelo colectivo
Neste escalão, o acompanhamento da equipa técnica deve ajudar os atletas a transformar a vontade de afirmação individual num contributo para o grupo. Competir por um lugar exige empenho, mas não deve afastar os colegas: o passe certo, a cobertura defensiva e o incentivo após um erro também demonstram valor.
Importa aprender a aceitar uma decisão, gerir a frustração e recuperar a concentração no lance seguinte. O desafio passa por querer ser melhor sem deixar de ajudar quem está ao lado. É essa relação entre ambição pessoal e responsabilidade colectiva que o clube pretende fortalecer nos seus Juniores.
A união revela-se nos momentos difíceis
A entreajuda tem sido um dos aspectos destacados neste percurso. Mais do que uma mensagem de balneário, deve traduzir-se em acções: oferecer uma linha de passe, compensar um movimento, comunicar e apoiar quem atravessa um momento menos conseguido. O futebol coloca os atletas perante decisões constantes, muitas delas sob pressão. Um grupo unido cria condições para que o erro seja corrigido sem destruir a confiança.
Na luta pela manutenção, o CD 1.º de Maio precisa dessa ligação entre todos, tanto quando o resultado é favorável como quando a partida exige uma resposta mais paciente e determinada.
Liderar não significa ter a permanência garantida
Os dez pontos conquistados permitem olhar para a classificação com confiança, mas a liderança não equivale à manutenção assegurada. O grupo tem de continuar a somar e preparar cada adversário com respeito. O empate na Ribeira Brava recorda que uma sequência positiva não elimina as dificuldades do campeonato. A melhor forma de defender a primeira posição será manter os padrões de trabalho, corrigir os aspectos menos conseguidos e evitar a ideia de que existem jogos resolvidos antes de começar.
A exigência deve nascer dentro do próprio grupo, com serenidade, ambição e atenção aos detalhes.
Recepção ao CS Juventude Gaula na quinta jornada
O próximo compromisso está marcado para sábado, 14 de Novembro, às 16h00, no Campo 1.º de Maio. Os Juniores recebem o CS Juventude Gaula, na quinta jornada do Grupo “B” — Manutenção/Descida. O encontro coloca frente a frente o líder e uma equipa que soma cinco pontos (menos 1 jogo), pelo que representa mais uma oportunidade importante nesta fase.
Para o CD 1.º de Maio, o objectivo será apresentar uma resposta consistente perante os seus adeptos e procurar os três pontos. A preparação deverá respeitar as características do desafio, sem antecipar facilidades nem retirar confiança ao trabalho realizado.
Uma semana para preparar a próxima resposta
Entre o empate na Ribeira Brava e a recepção ao CS Juventude Gaula, o foco deve estar no treino. A semana oferece espaço para analisar os momentos do último encontro, recuperar e afinar a ligação entre os sectores. A equipa técnica poderá valorizar a capacidade de marcar fora de casa e trabalhar as situações que permitiram ao adversário chegar aos três golos. O importante será transformar a análise em tarefas compreensíveis para os atletas.
Corrigir com clareza, exigir com equilíbrio e reforçar os comportamentos positivos são prioridades para preparar uma equipa confiante, mas consciente das suas responsabilidades.
Apoio das famílias acompanha a caminhada
A presença dos pais, familiares, sócios e simpatizantes tem um significado especial no futebol de formação. O incentivo deve ajudar os atletas a competir com confiança, sem acrescentar pressão desnecessária. Aplaudir o esforço, respeitar as decisões e apoiar a equipa nos momentos difíceis contribui para um ambiente positivo junto ao campo. O CD 1.º de Maio conta com essa proximidade na próxima jornada e ao longo de toda a fase de manutenção.
A caminhada pertence aos jogadores e à estrutura, mas também beneficia da força de uma comunidade que acompanha o clube com respeito e dedicação.
Cabeça levantada e compromisso com as nossas cores
Quatro jornadas depois do início desta fase, os Juniores apresentam três vitórias, um empate e a liderança isolada do Grupo “B”. O balanço é positivo e merece reconhecimento, sem desviar a atenção do trabalho que falta realizar.
A vitória na Camacha e o empate na Ribeira Brava acrescentaram experiências distintas ao percurso de uma equipa que procura assegurar a permanência. Agora, o desafio é dar continuidade à campanha com humildade, coragem e união. No próximo sábado, o Campo 1.º de Maio volta a receber os nossos Juniores. Que o compromisso com as cores azul e branca acompanhe cada lance.
Viva o CD 1º de Maio!





